Robert Rauschenberg; e duas fileiras de obras da fase monocromática de Yves Klein, azul IKB.

Robert Rauschenberg; e duas fileiras de obras da fase monocromática de Yves Klein, azul IKB.
Acima: Alphonse Allais (Charles-Alphonse Allais, 1854-1905), que pode ser considerado o precursor da Arte Conceitual e do Monocromatismo internacional. Fotografia do humorista francês, capa, prefácio e lâminas do álbum Primo-Avrilesque, editado por Paul Ollendorf (Paris, 1897). Escultura, capa de livro, cartaz, e caricatura de Allais. Abaixo: fotografia e obras Monocromáticas de Robert Rauschenberg; e duas fileiras de obras da fase monocromática de Yves Klein, todas no Azul IKB. Ver imagens do monocromatismo do grande teórico da Abstração russa e soviética, Kazimir Malevich (1878-1935) e de Alexander Rodchenko (1891-1956) no meu Blog: http://arterussaesovietica.blogspot.com

sábado, 16 de junho de 2012

BIOGRAFIA: CANUDO, Ricciotto (1877-1923).



BIOGRAFIA: CANUDO, Ricciotto (1877-1923).


O poeta nasceu em Gioia del Cole (Bari, Itália); ele posteriormente radicou-se em Paris (1901-). Canudo tornou-se amigo dos poetas Guillaume Apollinaire e Blaise Cendrars; ele ficou conhecido como o Barista Parisiense [Le Barisien de Paris]. Canudo, além de ser uma pessoa culta e interessante, se tornou crítico de arte, musicólogo, poeta, romancista, teatrólogo e tradutor. Foi Canudo quem traduziu para o idioma francês A Divina Comédia, obra-prima de Dante Alighieri, quando se transformou em um dos maiores divulgadores da obra do grande autor italiano na França. Canudo foi amigo íntimo de Gabrielle D'Annunzio, de quem também traduziu várias obras para o francês.
Canudo fundou a revista La Gazette des Sept Arts [A Gazeta das Sete Artes] (Paris. c. 1923-), dedicada ao cinema (v. Futurismo). Canudo foi mais um dos Futuristas que lançou seu próprio Manifesto: L'Art Cérebriste [Arte Cerebral], publicado no jornal Le Figaro (Paris, 1914). O escritor publicou o poema Skating Rink [Rinque de Patinação] no jornal Le Mercure de France (1920): o texto agradou a Jean Borlin, principal coreógrafo e bailarino dos Balés Suecos [Ballets Suedois], de Rolf de Maré (Paris, 1920-1924). Borlin convidou Fernand Léger para criar a cenografia e os figurinos e transformou o poema de Canudo em balé, com música de Arthur Honegger (1922; v. o Grupo dos Seis). Os desenhos dos cenários e dos figurinos, gráficos e abstratos de Léger, se encontram reproduzidos (HAGER, 1983; v. Balés Suecos).

REFERÊNCIAS SELECIONADAS:

HAGER, B. Les Ballets Suedois. Translated by Ruth Sharman. London: Thames and Hudson, 1990. 303p.: il., algumas color., pp. 293-294.

CATÁLOGO. HULTEN, P. (ORG.); JUANPERE, J.A.; ASANO, T.; CACCIARI, M.; CALVESI, M.; CARAMEL, L; CAUMONT, J; CELANT, G; COHEN, E.; CORK, R.;CRISPOLTI, E.; FELICE, R; DE MARIA, L.; DI MILLIA, G.; FABRIS, A.; FAUCGEREAU, S.; GOUGH-COOPER, J.; GREGOTTI, V.; LEVIN, G.; LEWISON, J.; MAFFINA, F.; MENNA, F.; ÁCINI, P.; RONDOLINO, G; RUDENSTINE, A.; SALARIS, C.; SILK, G.; SMEJKAI, F.; STRADA, V.; VERDONE, M.; ZADORA, S. Futurism and Futurisms. New York: Solomon R. Guggenheim Museum, Abeville Publishers, 1986. 638p.: il, retrs., p. 440.







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