[ACADÉMIE JULIAN] (Paris, 1860-).
Esta foi a primeira academia privada fundada na sombra da Escola Nacional Superior de Belas Artes, que ensinava Arte Acadêmica. A instituição não foi rival da escola, mas antes ofereceu o ensino preparatório para alunos que queriam prestar o exame para ingressar no ensino superior nas Belas Artes. Grande parte do grupo dos Nabis (v.), estudou na Academia Julian: Bonnard, Denis, Ibels, Ranson, Roussel, Valtat e Vallotton, entre outros artistas reconhecidos.
A Academia Julian foi fundada por Rudolph Julian; seu primeiro endereço foi na Passage des Arts (Paris, 1860-). A academia, que pautava pelo ensino de fórmulas acadêmicas voltadas para as Artes Plásticas, se instalou em diversos bairros parisienses: passou por Montmartre, Saint Denis e Montparnasse até se instalar no endereço definitivo, na rue du Dragon n. 31. Depois do começo difícil, a Julian se tornou escola conhecida e bem sucedida (c. 1888-).
Esta foi a primeira academia privada fundada na sombra da Escola Nacional Superior de Belas Artes, que ensinava Arte Acadêmica. A instituição não foi rival da escola, mas antes ofereceu o ensino preparatório para alunos que queriam prestar o exame para ingressar no ensino superior nas Belas Artes. Grande parte do grupo dos Nabis (v.), estudou na Academia Julian: Bonnard, Denis, Ibels, Ranson, Roussel, Valtat e Vallotton, entre outros artistas reconhecidos.
O professor das Belas Artes, William Bouguereau, ensinou na Academia Julian; e Henri Matisse, que estudou sob o mestre Gustave Ferrier, foi seu aluno (1892). O Nabis Paul Sèrusier foi assistente [massier] do professor Jules Lefèvre, mestre duro, desdenhoso e sem compreensão. No começo do século estudaram na Academia Julian os artistas Marcel Duchamp, Henri de La Fresnaye, André de Segonzac e Fernand Léger, entre outros que se tornaram conhecidos. Devido à rigidez do ensino na Academia Julian, vários artistas que, posteriormente se tornaram expoentes das artes francesas e mundiais, se afastaram da escola, promovendo manifestação de revolta (1903).
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