
Arte européia de vanguarda, desde seus primórdios, no século XIX: biografias e história, artistas, escolas, grupos e movimentos.Imagem da Exposição dita, Neo-plástica, no Museu Sztuki em Łodz (1946), projetada por Władysław Strzeminski para expor seleção das 111 obras da nata das vanguardas européias, colecionadas pelo Grupo Internacional dos A. r. (Artistas revolucionários, 1929-1936).
sábado, 24 de outubro de 2015
1935-1936 GRUPO (FRANCÊS) MUSICAL DOS NOVOS JOVENS [LES NOUVEAUX JEUNES] (Paris, França).
1935-1936 GRUPO (FRANCÊS) MUSICAL DOS NOVOS JOVENS [LES NOUVEAUX JEUNES] (Paris, França).
Os músicos que participaram do grupo Os Novos Jovens [Les nouveaux Jeunes], e, depois do grupo Jovem França [Jeune France] (1936-1937), integraram anteriormente o Grupo dos Seis [Groupe des Six] (Paris, 1920-1923). Esse grupo foi integrado por seis músicos eruditos: Georges Auric (1899-1963), Darius Milhaud (1892-1974), Françis Poulenc (1899-1963), Germaine Tailleferre (1892-1983), todos franceses, bem como Louis Durey, que abandonou o grupo sendo substituído, pouco depois, por Henri Sauguet (1901-1989); e o suíço Arthur Honegger (1892-1955).
Esses músicos, que ficaram conhecidos, participaram depois do Grupo dos Novos Jovens [Les Nouveaux Jeunes], quando André Coueroy publicou o artigo Jovem Música Francesa [Jeune Musique Française] na Revue Universalle [Revista Universal] (1º agosto, 1924); e, no ano seguinte, do Grupo Jovem França [Jeune France]. Participaram dos Novos Jovens os músicos Yves Baudrier (1906-1988), Olivier Messiaen (1908-1992), André Jolivet (1905-1974) e Jean-Yves Daniel Lesur (1905-2002). Se o Grupo dos Seis libertou a música francesa de todo o seu ranço Expressionista, quinze anos depois o Grupo dos Novos Jovens afirmou a necessidade de humanizar a música, reintegrando-a ao humanismo.
Dufourq, (1976), et al., pp. 264-269.
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